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Nasci com tinta correndo nas veias. Minha história com as artes gráficas começou cedo, no Jornal de Ribeirão (UNAERP-SP), onde respirei o chumbo quente das linotipias e, depois, fiz parte da revolução off-set com as mãos sujas de tinta e curiosidade. Cresci junto com a indústria gráfica — dominei cada processo, do esboço à impressão, como quem aprende um ritual ancestral. Cursei Artes Plásticas e Artes Visuais na UFU (Universidade Federal de Uberlândia), mas nunca parei de estudar: mergulhei em pesquisas sobre novas interfaces gráficas (com apoio da FAPEMIG), sempre buscando onde a usabilidade e a beleza se encontra Sou designer, diretor de arte e de comunicação — com clientes do Brasil aos EUA, sou também um artífice e contador de histórias visuais. Fui membro da ADG, participei da Bienal do Design Gráfico Brasileiro e, como diretor de criação da Caram Design e Comunicação, transformei projetos em obras de ética e ousadia. Minha voz crítica ecoou na Revista Meio e Mídia e na Cult, onde desmontei tendências e reconstruí fundamentos da arte, do design e da publicidade. Sou um caçador de sentidos: devoro filosofia, psicologia e humanidades, mas também me perco (e me acho) no movimento maker, na cultura marginal e em todas as artes que pulsam entre o tradicional e o disruptivo. Minha cabeça é um laboratório: mistura Spinoza com Pulp Fiction, Jung com street art. Hoje, divido meu tempo entre as paixões: arte visual, design e propaganda. Uma parte do meu trabalho artístico (feita de sangue, tinta e uns risos irônicos) está à venda pela internet e sua visita não só me alegra, mas me inspira a criar ainda mais. Designer que deseja palavras, artista que pinta ideias, e um eterno aprendiz da beleza útil.
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